Rabiscos do deserto.
Há 8 anos na Mauritania, numa aldeia junto a Rkiz.
Na manhã seguinte acordei com o barulho do chinelo deste senhor a matar um escorpião de um palmo que se passeava ao pé de mim.
Mas adorei o almoço que nos ofereceu, de fígado com bossa de dromedário.
As tâmaras secas em pele de estomago de camelo também eram optimas!
O exercito estava sempre a parar-nos, com medo que fossemos do Daesh mascarados de turistas, ou turistas prontos a serem sequestrados pelo daesh.
Foi bonito! Mas intenso.

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